miércoles, junio 29, 2005

Um dia de praia


Yara em Santander
Originally uploaded by Fernanda Freitas.

Foi uma bagunça o dia em Santander. Acordamos cedinho e cantamos "Parabéns pra Você" ao Pablo. Corre, corre coloca tudo no carro - nao pode esquecer a mamadeira, a merendinha, biquinis... pais carregados vao à praia!

Lá encontramos o Demi e a Maricarmen e passamos o dia lá; um pouco de praia, areia e mar Cantabrico. A água estava muito fria - mas depois que tomava coragem pra entrar ficava bem gostosinha.

A familia González Gonçalves nadou inteira. Os avós nao tiveram coragem. Depois, uma comida num restaurante a beira do mar com uns amigos da familia.

Já era tarde; comemos um sorvete artesanal e voltamo a Frómista. Na volta as meninas foram a casa dos avós enquanto Pablo e eu cuidavamos dos bichos. A noite foi ótima. Estavamos exaustos.

Nada como um banho de mar pra tirar a NHACA!

viernes, junio 24, 2005

Sex Appeal


Sex Appeal
Originally uploaded by Fernanda Freitas.

Bem que se diz que as Cariocas têm sex-appeal... o Ébano foi capado faz já bem uns 4 meses, mas está louco detrás dela. Já nos entra a dúvida se está prenhada ou nao. Parece mais que está no cio!

A coisa é que o Ébano tem uma relaçao amor-ódio com ela: ao mesmo tempo que passaram o primeiro dia juntos inseparáveis, ficaram dando-se patadas, coices e mordiscos.

Vamos ver se se amarao ou se matarao!

Beijos a todos.

miércoles, junio 22, 2005

Carioca

Finalmente chegou a Carioca. Conseguimos traze-la no sábado passado, dia 18. Foi toda uma odisséia, e continua sendo – acho que continuará por bastante tempo – essa coisa de ter um cavalo (no caso uma égua). Pra entender a emoçao desta chegada, divido a historia em duas partes: 1) Minha historia com cavalos; 2) A historia da Carioca

1) Minha historia com cavalos
Remonto à minha meninice, no sítio de Caçapava... vidinha de campo, ir com a caneca na mao tirar o leite da vaca as 6 da manha. Nao sei se é uma memoria real ou destas que a gente pinta dentro da gente, mas acho que alí andavamos às vezes de charrete. Minha primeira memória (ou sentimento?!) de contato com um cavalo.

Depois vieram os Julhos, passados com toda a familia (entao “éramos 6”....) nas frerinhas de Campos de Jordao. Enquanto escrevo sinto o cheiro da sala de estar, a música “de elevador” que rolava frequentemente no ambiente, o cheiro do chazinho da noite na cozinha: erva-cidreira. De vez em quando ( a gente sempre queria, mas nem sempre podia...) íamos dar uma voltinha a cavalo. Alugávamos uns pangarés bacanas que nos transformavam em zorros, cavalheiro de tesouros, mosqueteiros... lembro muito bem dos meus irmaos, na maioria das vezes mais ariscos que os cavalos, a galope por qualquer estradinha que permitisse. Eu levava comigo um rolo de papel higiênico, pois que entao já era conhecida a alergia que estes animais me propiciavam: umas 3 horas de espirros e coriza garantidos, ou o seu dinheiro de volta! Depois de mais crescidinha deixei de lado o papel higiênico e comecei a conhecer o celestamine, que me ajudou a disfrutar ainda mais os passeos a cavalo!

E logo... teve o episódio Recuerdo de la Magólia – um puro sangue Criollo, adquirido em um leilao. Nao sei quando durou... só sei que eu nunca o pude montar, apenas ví o Dé montar (e saltar) uma vez. “Recuerdo” que era bem bonito. E bem, de vez em quando dava que alguma amiga tinha alguma casa do interior de Sampa, ou uma fazenda... com cavalos. As férias em companhia destas amigas eram realmente muito bacanas. Amigos, natureza, piscina e cavalos – a vida nao podia oferecer algo melhor!

A grande tristeza da minha vida durante uma época é que meu pai nao fosse um fazendeiro rico do interior, e as possibilidades de casar com um era muito remota. Quem diria... o sapo era príncipe!!! Nunca pensei que pudesse vir a ter uma égua, nem uma fazenda. Felizmente minha vida me trouxe a construir uma fazenda com ênfase em equinos!!!


2) A historia da Carioca
A Carioca era a égua (até o passado sábado) do Álvaro, um cara de 24 anos de idade que vive em Sahagun (um pueblo na provincia de León cujo o qual tb passa o caminho de Santiago).

O Álvaro contratou o Pablo pra domar sua égua faz já 2 anos. E o Pablo domou. Deu um pouco de aulas de montaria ao Álvaro também. É um cara bacana, mas meio “piradinho” – muita droga, noite e coisas do tipo.

Depois do processo de doma ficou meio nosso amigo: de vez em quando falávamos por telefone, eles se encontravam em reunioes de cavaleiros e amazonas... um dia nos contou que estava em julgamento por porte de drogas. Quando finalmente o processo terminou, foi condenado a 4 anos de prisao. Pediu se podiamos ficar com sua égua, cuidando. Aceitamos, e a mantivemos conosco com 4 meses quando ele conseguiu, por boa conduta, prisao de regime semi aberto.

Continuamos em contato. Um dia nos comentou que nao sabia se vender a Carioca, porque queria comprar uma moto (Muita gente ve os cavalos como uma moto!!!). Guardei essa informaçao.

Neste ano a vontade de ter um cavalo pra montar foi crescendo e ficando cada vez mais clara. O potro (já tem quase 4 anos, já se poderia dizer cavalo) do Pablo ainda nao está domado e mesmo quando esteja vai ser destes ossos duros de roer!!! Além do mais, o bacana será ir de passeo com Pablo – ele no Ébano e eu... decidi ligar pro Álvaro, porque afinal de contas, a Carioca é boa égua.

No final de muita milonga me disse que tava pensando serio em vender. Ficou de me ligar quando decidisse os finalmentes. Em duas semanas me ligou, colocou o preço e... uma bagatela! Tem especial interesse que Carioca estaja conosco, tanto pelo favor que lhe fizemos, como por conhecer ao Pablo, sabe que a égua estaria super bem cuidada.

Fizemos o acordo e colocamos a data de buscar. Nos ligou desmarcando, alguma coisa aconteceu que tinha que mudar a data. Mudamos. Mas ai nao tinhamos o carro (reboque) de cavalos, faltava a guia (um documento veterinario que permite o transporte deste animal)... e até o último minuto nao tinhamos NADA. Ele também nao conseguiu a parte dele.

Conseguimos o reboque de uma amiga; roubamos a guia da égua do meu cunhado... e fomos. Fomos TOTALMENTE ilegais, se nos parassem ia dar chabú! E mais: fomos margeando uma tormenta de filme de holiwood. O vento ia parando a Van, mechendo o reboque... raios e trovoes... e nem uma gota. O céu negro ao nosso lado esquerdo e do direito horizonte claro. Sahagun ficava no esquerdo!

Chegamos. Eu ria, pensando em tantas dificuldades que tivemos pra chegar até ai. Até parecia que os impedimentos eram sinais, mas ¿como leerlos? (aqui desculpem, nao lembro como fazer a pergunta em Portugues!)

FATO: estavamos resgatando um animal das maos de uma pessoa que nao o cuidava bem; nao o dava atençao... tinha deixado morrer 2 potros (parto normal, sem complicaçoes) por nao atender ao potro e à égua.
FATO: o Álvaro sofre esta separaçao.
PERGUNTA: Será que essa égua é para ser minha???

Quando a colocamos dentro do reboque, digo, NO MESMO INSTANTE!!!, caiu o céu. O diluvio universal chegou a Sahagun. E isso em época de seca do “sertao do nordeste” (este é tema para outro episódio) é quase pressagio...

Veio a Fromista sem nenhuma complicaçao (nao tinha policia no caminho!), se instalou em uma das 8 baias de cavalos – foi a grande estreia do local! O Ébano feito louco, relinchando, dando patadas, galopando... ficou de guarda na porta da baia... (ele estava no pasto).

No dia seguinte fui dar banho na bichona. Amarrei-a no reboque. Mangueira nas patas, na barriga, no pescoço... molha, molha, molha bem. Fui pegar o sabao um momentinho dentro do galpao. TRUMPXCRASH.... sai correndo... lá ia reboque, Carioca, ladeira abaixo. Tivemos sorte. Parou antes da caidinha final. Tudo em ordem, égua e automovel... QUE SUSTO!

Ela tosse; tá com os cascos grandes, precisa serviço de pedicure – o Santi (amigo do Pablo) vem trocar as ferraduras na quarta-feira; acho que com conjuntivite também. Será que veio BEM bichada ou é pouca coisa? Quem sabe vem a veterinária também. Além do más, convém passar revista no estado clínico dela: faz 1 mes e meio que foi cuberta, deve estar prenhada.

Essa é a história. Eu, timidamente, vou ve-la todos os dias. Leo cenoura, pao velho... a dou água. Acaricio... quem sabe hoje coloco a cabeçada e levo ela (tipo cachorrinho) de passeio pela fazenda – que coma cevada verde (pasto). É mais que tudo um processo de aproximaçao, de nos conhecer. Quando esteja ferrada, o Pablo vai começar a montar e ver como anda o processo da doma. E ai entro eu.

Desejo galopar cabelo ao vento... já os contarei. Beijos a todos.

miércoles, junio 15, 2005

O Circo


Hoje tem marmelada, tem sim senhô!

“Señorras y Señorres… u cirrco llegó a Frrómissta… A lass ocho horras el incrrível espetáculo de Frrancia… gratis una visita al zoo… trrapezisstas, malabarristas… a las ocho… el incrrível espetaculo de Frrancia…”

Ayla: “Mamá, mira los animales… ¡quiero ir al circo AHORA!
Eu: Vamos esta tarde, ok? Às 8, como está dizendo o sr...
Ayla: ¡No! Quiero AHORA!

E eu, como costumam ser as sextas-feiras estou no mercadillo (a feira de rua), fazendo as compras necessarias pra mas um sim de semana. Tento ir à peixaria.

Ayla: ¿Nos vamos al circo?

E assim foi, todo um dia, um longo dia esperando chegar a tarde para poder levar minhas filhas ao circo. Que emoçao... minha primeira visita ao circo, depois de tantos e tantos anos. Até parece uma outra vida. Lembro dos cachorro-quentes do carrinho, parece que até sinto seu cheiro. Lembro do fuzuê. E agora, aos 32 anos voltarei ao circo. Já vejo no olho da Ayla a magia do espetáculo, a espera pelo novo, a visao dos leoes, llamas, avestruzes... é, sem dúvida, um GRANDE acontecimento para as duas. Tenho que ir.

O dia passa devagar, parece que a angústia da Ayla vai me moldando. Nao acaba nunca o papo “e os leoes???” Consigo centrarme nas minhas tarefas diarias: cozinhar, dar de comer, almoçar... coisas do dia-a-dia. Nao é de se estranhar que as meninas tenham acordado TAO cedo da siesta: “Já tá na horqa do circo?”

Finalmente conseguimos entrar numa atividade que todos disfrutamos: eu cuidando da horta, e as meninas brincando de água na bacia. O clima está agradável, nao faz o calorzao dos dias anteriores. A terra está porosa, se deixa manusear com bastante facilidade. Um esforcinho a mais e termino de tirar as ervas-daninhas e preparo os surcos para transplantar as tomateiras. Pobrezinhas, já faz uma semana que estao ai, largadas neste cantinho. Necessitam terra senao vao morrer; se demoro muito mais em transplantar fico sem a quantidade de tomates que quero neste verao.

As meninas estao disfrutando, a horta vai bem... mais uma horinha e transplento as tomat... QUE??? Já sao 19:20???? E ainda nao banhei, nao dei jantar... nao preparei o “lanchinho” do circo??? Corre, corre, pra banheira (e as tomateiras que me perdoem...)

Banho, roupinha... de festa, claro, no final das contas é um grande acontecimento o circo no Pueblo e ainda mais... “o primeiro circo a gente nunca esquece”... (mesmo que o meu eu tenha esquecido....)

Amparo, uma chica que 1 vez a cada nunca vem ajudar com a casa me pergunta: ¿Que? ¿Y tu vas así, con ese vestido? Que va, guapa. ¡Cámbiate! Está lleno de tierra y manchas. ¡Ponte guapa, mujer!”

Maldita sea! Saio correndo, atrasada, louca de raiva de ter aparecido o grilo falante neste momento. Tomo banho e coloco roupa nova: 100% presente de aniversario. Tenho que convir com a Amparo que estou bastante melhor assim; encaixa com a fantasia do primeiro circo... a mamae lindona, andando com as filinhas ao circo... merendinha na bolsa, doces... e muita fantasia!

Chegamos. A meninada do pueblo toda por alí, brincando, vendo o casal de avestruz perto da carpa de espetáculos. Escuto um pessoal falando... e se dirigem a mim: “Nao vai ter sessao, estao começando a desmontar”...

QUE? Pois é, os franceses disseram que nao havia corum. Eramos poucos. Mas, se estávamos 100% das crianças do pueblo! (Tá bom, faltavam 1 ou 2 famílias, mas nao mais!)

Depois a galera nao sabe porque os franceses têm fama de mesquinhos, estranhos e... diferentes!

Bem, pensa rápido mulher, como esplicar pra Ayla que nao tem circo? Nestas horas a verdade é um santo remédio! Acho que explicar sempre as coisas tal como elas sao ajuda bastante a compreensao das crianças (pelo menos as minhas parecem entender e aceitar bem, se nao lhes dao mil voltas se nao douram a pílula). Contei que nao tinha circo, os moços estavam desmontando. Muito mal!

Nao voltei pra casa. Era demais da conta. Depois de tanto preparo sentia que tinha que fazer algo especial. Fomos à casa da Brenda, uma amiga, pra servir de “pograma”. Ficamos lá um pouquinho e voltamos a casa.

Já cansados fomos à cama. E dormimos. E aqui penso com meus botoes: “Tem um monte de palhaço neste mundo!!!”

Beijo a todos!

jueves, junio 09, 2005

Filhas


(começa a Era da Bacia)

“Mami... (Silencio). Mamiiiii... (Silencio). Maaaaaamiiiiiiii! A Yara tá comendo a comida da Tana!”

Flashback: eu, sentada detrás do sofá na casa da minha pequeñez, comendo manjar dos deuses. Comida de cachorro. (A de passarinho tava boa tb!) Era ainda melhor se a Estrelinha comia junto: um bocado ela, um eu ... (cadela fiel e amorosa que me salvava sempre do espinafre ao molho branco).

Volto à realidade: vou ao quintale vejo a Yara com a boca cheia-cachumba –“Cospe isso Yara, que nao é comida de gente!” E ela cospe: papa de raçao que deliciosamente oferece à Tana - uma mistura de pequinés e boxer que é o mais antigo membro da família. A filha que já veio com o Pablo...

Noutro dia um grito: “Manhêeeeee, a Yara me mordeu!” Vou correndo. Pobrezinha, alí estava a marca dos 4 dentes assassinos da pequena. E aqui se vê o carácter das duas.

Sao dois desafios. A Ayla é doce, amorosa, desafiante (mas com sentido do perigo!), companheira. Dengosa. Fala pelo cotovelo, pelo calcanhar, pelo ombro e até pela boca. Sinto saudade do silêncio (e olha que aqui em Frómista se escuta uma mosca voando no outro lado do pueblo...) Quer consquistar o mundo através do chororô e quando vê que nao funciona vem cheia de abraços, beijos.... “te quiero mucho Mamá!”... – SAPECA!

Do extremo oposto do ring está Yara. A única criatura que consegue dar um chega-pra-lá na Tana. Forte, decidida. Amorosa, carinhosa, desafiante (sem a noçao o perigo). É totalmente independente e costuma querer conquistar o mundo através do tapa. Grunhe. Frente as broncas pode ter duas reaçoes: ou chora como uma Madalena arrependida, como se estivesse ferindo o mais profundo de sua alma, ou te bate, dá a volta e te deixa falando sozinha... Conheci uma familia que tinham as mesmas características: fortes, independentes, senhores de si e extremamente sensíveis... como se chamavam? Ah.... Freitas!

As duas dançam, cantam, batem palmas e pedem bis. A Ayla em sua fase muito imaginativa inventa contos toda hora (haja paciencia!). Te inventa um personagem e na insistência consegue que o assuma, entrando no mundo do faz de conta com ela. A Yara segue a irma, como um cachorrinho, deleitada em participar dos jogos. Obedece, brinca, finge de morta e dá a patinha!

A Yara começa a falar. Tem o ouvido aguçadíssimo, repete tudo no tom exato que escuta, com a cadencia perfeita, sem desafinar. Já canta algumas músicas. Me assusta. E agora é a vez da Ayla seguir a irma, tentando repetir os sons...

Elas sao mesmo 2 figurinhas carimbadas: o convivio com elas me faz admirar suas personalidades (até mesmo nas facetas mais difíceis de lidar como mae). Sem dúvida elas me ensinam muito. Sobre meus limites, minhas reaçoes automáticas, sobre meus calos. Tento nao vomitar minhas limitaçoes nelas (um trabalho que me faz contar até 100 muitas vezes!), e vejo, tendo o Pablo como espelho de uma outra maneira de se relacionar com as duas, que ainda estou muito longe de onde quero chegar.

É dificil ser mae consciente. Coerente. Sensata. Divertida. Atenta. É dificil se doar e deixar-se levar pelos jogos delas quando o que se deseja é estar num outro mundo – um sem relógio, sem ritmo pre-estabelecido por outros. Estranha a sensaçao de estar por um lado atada e por outro desejosa de criar bem minhas filhas: acompanhar e ajuda-las (que às vezes se resume em nao atrapalharlas, como sabiamente me ensinou o Betao!) a se inserirem neste planeta azul... permitir que aflorem, que nao lhe podem antes da hora. É como se eu sentisse saudade de ser independente e de espalhar-me pelo mundo e ao mesmo tempo, ter a certeza que estou exercendo o papel mais importante (talvez seja só do meu mundo, mas acho que do geral tb...)

¿Viajei na maionese?

miércoles, junio 08, 2005

¡Bienvenidos!

Hoje decidi começar o famoso Blog... uma via de acesso nossa, um lugar para compartilhar minhas viagens (em todos os sentidos)... minhas elocubraçoes.

É bem difícil começar, como quase tudo na vida. Sao muitos os temas, muitas as coisas que gostaria de dizer. A forma é a dúvida, e o portugués falha. Talvez isso proporcione momentos de riso ai pelo Brasil; talvez eu morra de vergonha aqui na España.

Minha vida interna tem se compartimentado em assuntos e, ainda que todos entrelaçados e dependentes, tenha a impressao que se pode tratar-lhes separadamente: ser mae, as filhas, ser esposa (que em español significa "algema", interessante, né?), Pablo, dona-de-casa, casas (a velha-horrivel onde moro e a nova-maravilhosa que um dia vou morar), desejos, medos, horta, flauta, psico.... já é suficiente, nao acham? Quem sabe na elaboraçao deste blog eu ainda encontre umas quantas mais repartiçoes pra mim e pra minha vida.

Mas é isso ai! Desejo que com este diario aberto a gente possa se sentir cada vez mais pertinho, que a gente possa se conhecer melhor (sem dúvida vai me judar a refletir sobre mim mesma!) e disfrutar de outros pontos de vida (este foi um ato falho que decidi manter).

Este blog é um conto, é a minha história. E aqui: "debaixo dos caracóis dos meus cabelos, uma história pra contar de um mundo tao distante... um soluçço e a vontade de ficar mais um instante..."

E fico um instante com vocês e comigo. BENVINDOS!!!

Juego de Tronos a la luz del Conductismo

     El cine ha retratado el comportamiento humano de diversas maneras. En la realización de este trabajo ilustraré algunos aspectos del con...